{"id":34608,"date":"2016-07-28T22:39:20","date_gmt":"2016-07-29T01:39:20","guid":{"rendered":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/2016\/07\/28\/adubacao-verde-protege-o-milho-organico-contra-ervas-daninhas\/"},"modified":"2016-07-28T22:39:20","modified_gmt":"2016-07-29T01:39:20","slug":"adubacao-verde-protege-o-milho-organico-contra-ervas-daninhas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/2016\/07\/28\/adubacao-verde-protege-o-milho-organico-contra-ervas-daninhas\/","title":{"rendered":"Feij\u00e3o guandu protege o milho org\u00e2nico contra ervas daninhas"},"content":{"rendered":"<div class=\"grid\">\n<div class=\"content full\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_8448\" aria-describedby=\"caption-attachment-8448\" style=\"width: 650px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-8448\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/Foto-Aduba\u00e7\u00e3o-Verde-para-Milho-Org\u00e2nico-Pesquisa-apontou-o-plantio-consorciado-com-o-feij\u00e3o-guandu-an\u00e3o-como-a-melhor-alternativa-300x225.jpg\" alt=\"Foto Aduba\u00e7\u00e3o Verde para Milho Org\u00e2nico Pesquisa apontou o plantio consorciado com o feij\u00e3o guandu an\u00e3o como a melhor alternativa\" width=\"650\" height=\"488\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-8448\" class=\"wp-caption-text\">Pesquisa apontou o plantio consorciado com o feij\u00e3o guandu an\u00e3o como a melhor alternativa de manejo. <br \/>Foto: Arquivo de Anastacia Fontanetti<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><strong>O uso de ferramentas da pesquisa e desenvolvimento para a produ\u00e7\u00e3o de milho org\u00e2nico\u00a0\u00a0\u00e9 o destaque da mat\u00e9ria\u00a0<span style=\"color: #333300;\"><a style=\"color: #333300;\" href=\"http:\/\/agencia.fapesp.br\/inicial\/\">Ag\u00eancia Fapesp<\/a><\/span>\u00a0que o <span style=\"color: #003300;\"><a style=\"color: #003300;\" href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\">Di\u00e1rio Verde<\/a><\/span> repercute. Confira abaixo.<\/strong><\/span><\/p>\n<p>A agricultura org\u00e2nica j\u00e1 \u00e9 realidade em\u00a0mais de <a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/2016\/03\/10\/agricultura-organica-nacional-ja-atinge-mais-de-1-200-cidades\/\">1.200 cidades<\/a> em todo o pa\u00eds, e o mercado vem crescendo\u00a0de forma expressiva a uma taxa anual de 20% a 30%, \u00a0segundo <a href=\"http:\/\/www.brasil.gov.br\/economia-e-emprego\/2015\/10\/agricultura-organica-deve-movimentar-r-2-5-bi-em-2016\">contabiliza<\/a>\u00a0o Minist\u00e9rio da Agricultura, Pecu\u00e1ria e Abastecimento (Mapa).<\/p>\n<p>E justamente para atender o crescimento do consumo de alimentos saud\u00e1veis, \u00a0tamb\u00e9m aumentou a quantidade de agricultores que optaram por esse sistema de produ\u00e7\u00e3o em cerca de 51,7%, \u00a0entre janeiro de 2014 e janeiro de 2015, passando de 6.719 para 10.194, conforme\u00a0<a href=\"http:\/\/www.agricultura.gov.br\/comunicacao\/noticias\/2015\/03\/numero-de-produtores-organicos-cresce-51porcento-em-um-ano\" target=\"_blank\">informa\u00e7\u00f5es<\/a>\u00a0do Mapa.<\/p>\n<p>No final de 2015, o Cadastro Nacional de Produtores Org\u00e2nicos j\u00e1 contabilizava 11.084 participantes. E a proje\u00e7\u00e3o para este ano \u00e9 que o setor continue expandindo entre 20% a 30%.<\/p>\n<p>Neste cen\u00e1rio, existe necessidade de responder \u00e0s demandas tecnol\u00f3gicas do setor define uma nova fronteira para as iniciativas em pesquisa, desenvolvimento e inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-8457\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/servletrecuperafoto.jpg\" alt=\"servletrecuperafoto\" width=\"170\" height=\"242\" \/><\/p>\n<p>Exemplo disso foi o projeto \u201c<a href=\"http:\/\/www.bv.fapesp.br\/pt\/auxilios\/81479\/milho-organico-em-consorcio-com-adubos-verdes-opcao-para-o-sistema-de-plantio-direto-e-a-integracao\/\" target=\"_blank\">Milho org\u00e2nico em cons\u00f3rcio com adubos verdes: op\u00e7\u00e3o para o sistema de plantio direto e a integra\u00e7\u00e3o lavoura-pecu\u00e1ria<\/a>\u201d.<\/p>\n<p>A pesquisa foi conduzido por Anastacia Fontanetti (ao lado) e apoiado pela FAPESP em acordo de coopera\u00e7\u00e3o com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient\u00edfico e Tecnol\u00f3gico (CNPq).<\/p>\n<p>\u201cBuscamos uma alternativa para o controle de plantas espont\u00e2neas (popularmente chamadas de \u2018ervas daninhas\u2019), que constituem o principal problema enfrentado pelos produtores de milho org\u00e2nico\u201d, disse Fontanetti \u00e0 Ag\u00eancia FAPESP.<\/p>\n<p>A pesquisadora \u00e9 professora do Departamento de Desenvolvimento Rural da Universidade Federal de S\u00e3o Carlos (UFSCar).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><strong>Agricultura convencional e org\u00e2nica: glifosato x revolver a terra<\/strong><\/span><\/p>\n<p>Na agricultura convencional, baseada em sementes transg\u00eanicas e uso intensivo de herbicidas e outros aditivos qu\u00edmicos, esse controle \u00e9 feito principalmente por meio do <a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/2016\/04\/26\/brasil-lider-mundial-no-uso-de-agrotoxicos-reduz-ou-zera-impostos-dessas-substancias-e-ainda-permite-pesticidas-proibidos-em-outros-paises\/\">glifosato (<\/a>N-(fosfonometil) glicina).<\/p>\n<p>Na agricultura org\u00e2nica, a principal forma de controle adotada at\u00e9 o presente tem sido o revolvimento do solo.<\/p>\n<p>\u201cPor\u00e9m, com o revolvimento, ocorre perda de mat\u00e9ria org\u00e2nica, exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 eros\u00e3o, enfim, o in\u00edcio de um processo de depauperamento do solo que vai contra o objetivo da agricultura org\u00e2nica\u201d, comentou a pesquisadora.<\/p>\n<p>A ideia que norteou seu estudo foi substituir a pr\u00e1tica do revolvimento pelo cultivo de plantas que, consorciadas com o milho, promovessem a cobertura do terreno, evitassem a emerg\u00eancia e prolifera\u00e7\u00e3o de ervas daninhas e melhorassem a qualidade do solo, por meio da reciclagem natural de nutrientes.<\/p>\n<p>Para cumprir tal papel, essas plantas vivas, chamadas de \u201cadubos verdes\u201d, n\u00e3o podem competir com o milho, reduzindo a produtividade.<\/p>\n<p>A barreira proporcionada pelos \u201cadubos verdes\u201d \u00e0 prolifera\u00e7\u00e3o de plantas espont\u00e2neas se deve, principalmente, \u00e0 cobertura f\u00edsica do solo.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<figure id=\"attachment_8463\" aria-describedby=\"caption-attachment-8463\" style=\"width: 400px\" class=\"wp-caption alignright\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-8463\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/Quando-o-milho-amadurece-o-feij\u00e3o-guandu-j\u00e1-vem-crescendo-nas-entrelinhas-garantindo-a-aduba\u00e7\u00e3o-verde.-300x191.jpg\" alt=\"SONY DSC\" width=\"400\" height=\"255\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-8463\" class=\"wp-caption-text\">Quando o milho amadurece, o feij\u00e3o-guandu j\u00e1 vem crescendo nas entrelinhas garantindo a aduba\u00e7\u00e3o verde. Foto: Liana John<\/figcaption><\/figure>\n<div class=\"grid\">\n<div class=\"content full\">\n<p>Esta reduz a incid\u00eancia dos raios solares e, por decorr\u00eancia, dificulta a quebra de dorm\u00eancia e a germina\u00e7\u00e3o das sementes de ervas daninhas.<\/p>\n<p>Um fator adicional pode ser a libera\u00e7\u00e3o de metab\u00f3litos secund\u00e1rios, com fun\u00e7\u00e3o herbicida, pelas folhas e ra\u00edzes ou pela decomposi\u00e7\u00e3o da palha dos \u201cadubos verdes\u201d.<\/p>\n<blockquote>\n<h3><span style=\"color: #000000;\"><strong>Feij\u00e3o guandu foi a melhor planta para fazer cons\u00f3rcio com o milho org\u00e2nico: dificultou ervas daninhas, aumentou o teor de nitrog\u00eanio do cereal e \u00e9 usado na gastronomia<\/strong><\/span><\/h3>\n<\/blockquote>\n<p>\u201cIsso n\u00e3o \u00e9 uma novidade em termos tecnol\u00f3gicos. Existe j\u00e1 bastante pesquisa a respeito. E a Embrapa [Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecu\u00e1ria] desenvolveu um modelo, chamado \u2018Santa Br\u00edgida\u2019, porque foi criado na fazenda com esse nome, para o plantio consorciado.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, at\u00e9 agora, tal manejo vinha sendo realizado nos moldes da agricultura convencional, com uso de herbicidas. Nosso objetivo foi estabelecer um manejo para a produ\u00e7\u00e3o org\u00e2nica\u201d, afirmou Fontanetti.<\/p>\n<p>A pesquisadora testou algumas plantas candidatas ao cons\u00f3rcio. Dentre elas, a que apresentou o melhor resultado foi o feij\u00e3o guandu an\u00e3o (<i>Cajanus cajan<\/i> L.). Trata-se de uma planta de porte pequeno, que demora mais tempo para germinar do que o milho, e, por isso, confere a este uma vantagem competitiva.<\/p>\n<p>\u201cVerificamos que o guandu an\u00e3o n\u00e3o afetou a produtividade do milho, dificultou a prolifera\u00e7\u00e3o de plantas espont\u00e2neas e aumentou o teor de nitrog\u00eanio nas plantas de milho \u2013 o que pode contribuir para o incremento de biomassa e de produtividade\u201d, informou a pesquisadora.<\/p>\n<figure id=\"attachment_8487\" aria-describedby=\"caption-attachment-8487\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/sementes-de-feijo-guandu-403221-MLB20732140821_052016-F.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-8487 size-medium\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/07\/sementes-de-feijo-guandu-403221-MLB20732140821_052016-F-300x225.jpg\" width=\"300\" height=\"225\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-8487\" class=\"wp-caption-text\">Sementes de feij\u00e3o-guandu tamb\u00e9m usado na alimenta\u00e7\u00e3o humana. Foto: Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Al\u00e9m disso, o feij\u00e3o guandu an\u00e3o \u00e9, ele mesmo, uma planta de interesse.<\/p>\n<p>Devido ao alto teor proteico, em algumas localidades do Brasil \u00e9 utilizado na alimenta\u00e7\u00e3o humana.<\/p>\n<p>E o sabor agreste, que pode ser matizado por meio de um preparo adequado, j\u00e1 facultou sua inclus\u00e3o em <a href=\"http:\/\/come-se.blogspot.com.br\/2009\/03\/feijao-guandu.html\" target=\"_blank\">p\u00e1ginas<\/a> de gastronomia da internet.<\/p>\n<p>Outro uso poss\u00edvel \u00e9 como planta forrageira na alimenta\u00e7\u00e3o animal. Por exemplo, soltando-se o gado na \u00e1rea cultivada depois da colheita do milho.<\/p>\n<p>\u201cFizemos v\u00e1rios testes para descobrir tamb\u00e9m a melhor forma de plantio. O resultado mais favor\u00e1vel foi obtido quando plantamos o guandu an\u00e3o tanto nas entrelinhas das fileiras de milho quanto nas pr\u00f3prias linhas, entre um p\u00e9 de milho e outro\u201d, acrescentou Fontanetti.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><span style=\"color: #000000;\"><b>Culturas perenes<\/b><\/span><\/p>\n<p>Outras plantas testadas, com tradi\u00e7\u00e3o de uso na alimenta\u00e7\u00e3o animal, foram a puer\u00e1ria (<i>Pueraria phaseoloides (Roxb.) Benth<\/i>), o calopog\u00f4nio (<i>Calopogonium mucunoides Desv.<\/i>) e a soja perene (<i>Neonotonia wightii (Wight &amp; Arn) Lackey)<\/i>).<\/p>\n<p>S\u00e3o plantas herb\u00e1ceas baixas, menores do que o guandu e bem menores do que o milho. O melhor resultado foi obtido com o calopog\u00f4nio, que mais rapidamente cobriu o solo, evitando a emerg\u00eancia de plantas daninhas.<\/p>\n<blockquote>\n<h3><span style=\"color: #000000;\"><strong>Controle de ervas daninhas \u00e9 realizado com vinagre, fogo ou at\u00e9 choque el\u00e9trico<\/strong><\/span><\/h3>\n<\/blockquote>\n<p>Dentre as estrat\u00e9gias utilizadas pelos produtores org\u00e2nicos para controlar as ervas daninhas nas culturas de milho, devem-se mencionar ainda o uso de vinagre (\u00e1cido ac\u00e9tico) como herbicida, o controle por meio do fogo\u00a0e o emprego de um novo equipamento, j\u00e1 dispon\u00edvel no mercado, que extermina a planta indesej\u00e1vel por meio de choque el\u00e9trico.<\/p>\n<p>\u201cConsiderando essas v\u00e1rias op\u00e7\u00f5es de manejo, o plantio consorciado me parece a melhor op\u00e7\u00e3o, n\u00e3o s\u00f3 pelo benef\u00edcio direto ao milho, como pelo melhoramento do solo, evitando a eros\u00e3o e agregando mat\u00e9ria org\u00e2nica\u201d, ponderou a pesquisadora.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a colheita do milho, os adubos verdes s\u00e3o mantidos no solo, pois constituem culturas perenes.<\/p>\n<p>Como regra de manejo, Fontanetti recomenda que, depois de retiradas as espigas, as plantas de milho e os \u201cadubos verdes\u201d sejam ro\u00e7ados e seus res\u00edduos mantidos sobre o solo como cobertura.<\/p>\n<p>\u201cAo se decompor, os res\u00edduos vegetais e as ra\u00edzes agregam mat\u00e9ria org\u00e2nica ao solo. Al\u00e9m disso, \u00e9 melhor n\u00e3o revolver a terra, mas plantar em cima. O princ\u00edpio \u00e9 revolver o solo o m\u00ednimo poss\u00edvel. Tanto para preservar os nutrientes como para n\u00e3o expor as sementes de ervas daninhas \u00e0 luz e ao calor, o que favoreceria sua germina\u00e7\u00e3o\u201d, concluiu.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><b>Fonte: <\/b><a href=\"http:\/\/agencia.fapesp.br\/adubos_verdes_sao_opcao_para_proteger_o_milho_organico_contra_ervas_daninhas\/23643\/\">Ag\u00eancia Fapesp \/Jos\u00e9 Tadeu Arantes\u00a0<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; &nbsp; O uso de ferramentas da pesquisa e desenvolvimento para a produ\u00e7\u00e3o de milho org\u00e2nico\u00a0\u00a0\u00e9 o destaque da mat\u00e9ria\u00a0Ag\u00eancia Fapesp\u00a0que o Di\u00e1rio Verde repercute. Confira abaixo. A agricultura org\u00e2nica j\u00e1 \u00e9 realidade em\u00a0mais de 1.200 cidades em todo o pa\u00eds, e o mercado vem crescendo\u00a0de forma expressiva a uma taxa anual de 20% a&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":34609,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[181,193],"tags":[],"class_list":["post-34608","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-agricultura","category-organica"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34608","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34608"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34608\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/media\/34609"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34608"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34608"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34608"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}