{"id":34672,"date":"2016-03-28T10:45:03","date_gmt":"2016-03-28T13:45:03","guid":{"rendered":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/2016\/03\/28\/redes-sociais-podem-agravar-disturbios-alimentares\/"},"modified":"2016-03-28T10:45:03","modified_gmt":"2016-03-28T13:45:03","slug":"redes-sociais-podem-agravar-disturbios-alimentares","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/2016\/03\/28\/redes-sociais-podem-agravar-disturbios-alimentares\/","title":{"rendered":"Redes sociais podem agravar dist\u00farbios alimentares"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/018291377_30300.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5506\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-5506\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/018291377_30300.jpg\" alt=\"0,,18291377_303,00\" width=\"700\" height=\"394\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"color: #003300;\"><a style=\"color: #003300;\" href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\" target=\"_blank\">Di\u00e1rio Verde<\/a><\/span> repercute reportagem do portal\u00a0<a href=\"http:\/\/www.dw.com\/pt\/about-dw\/reda%C3%A7%C3%A3o-dw-brasil\/s-32444\" target=\"_blank\"> DW<\/a>\u00a0 sobre os malef\u00edcios que imagens de corpos perfeitos em sites como o Instagram provocam e que podem ser um perigo para quem sofre de anorexia e outros transtornos.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Cientes desta grave quest\u00e3o, as pr\u00f3prias redes sociais tentam combater o problema.<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<h3>Eu era bombardeado por imagens com o corpo ideal e olhar aquelas fotos baixava minha autoestima , contou Thomas que teve anorexia<\/h3>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\">Enquanto muitos jovens de sua faixa et\u00e1ria curtiam a vida, Thomas passava os dias deitado na cama, com insufici\u00eancia card\u00edaca e o sistema digestivo comprometido.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Seis anos depois de ter sido diagnosticado pela primeira vez com anorexia nervosa, o jovem de 20 anos sofria novamente as consequ\u00eancias do dist\u00farbio alimentar.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele havia se tornado obcecado pela busca da &#8220;perfei\u00e7\u00e3o&#8221; f\u00edsica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Eu acreditava que precisava ter uma certa apar\u00eancia para que as pessoas gostassem de mim e fazer amigos&#8221;, explica. Para Thomas, ter &#8220;certa apar\u00eancia&#8221; significava ser mais magro. E ser magro estava na moda em Sydney, cidade natal de Thomas, na Austr\u00e1lia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E, mais do que isso, &#8220;ser magro&#8221; estava em todos os lugares, como ainda est\u00e1 em vastas regi\u00f5es do mundo ocidental onde a comida \u00e9 abundante: em outdoors, em filmes e em revistas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E \u00e9 particularmente presente numa rede social que Thomas usava todos os dias: o Instagram.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Anorexia aumentou ainda mais a restri\u00e7\u00e3o alimentar<\/strong><\/p>\n<figure id=\"attachment_5538\" aria-describedby=\"caption-attachment-5538\" style=\"width: 198px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/018290409_40400-1.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5538\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-5538 size-full\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/018290409_40400-1.jpg\" alt=\"0,,18290409_404,00-1\" width=\"198\" height=\"264\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-5538\" class=\"wp-caption-text\">Thomas quando ainda sofria os efeitos da anorexia. Foto: T.Grainger<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Eu era bombardeado com imagens de pessoas com o &#8216;corpo ideal&#8217;, fotos de refei\u00e7\u00f5es e postagens sobre dietas e exerc\u00edcios. Eu me comparava constantemente com outras pessoas na web e nas fotos do Instagram e pensava que, se eu tentasse ser mais como elas, eu seria mais feliz&#8221;, explica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A anorexia de Thomas fez com que ele restringisse ainda mais o que comia ou iniciasse uma nova dieta &#8220;sob o disfarce de um impulso para a sa\u00fade&#8221;, tudo num esfor\u00e7o para ficar ainda mais parecido com as pessoas que ele via nas fotos do Instagram.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Olhar aquelas fotos baixava minha autoestima&#8221;, afirma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Movimento &#8220;pr\u00f3-ana&#8221;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Claire Mysko, gestora de projetos na Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Dist\u00farbios Alimentares (Neda) dos EUA, explica que essa \u00e9 uma rea\u00e7\u00e3o t\u00edpica de quem sofre de transtornos alimentares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;H\u00e1 muito destaque em se apresentar em &#8216;perfeita&#8217; forma&#8221;, afirmou.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Isso pode refor\u00e7ar padr\u00f5es de pensamento apresentados por pacientes de anorexia: perfeccionismo e compara\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n<figure id=\"attachment_5513\" aria-describedby=\"caption-attachment-5513\" style=\"width: 250px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/CMysko_400x400.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5513\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-5513\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/CMysko_400x400-300x300.jpg\" alt=\"CMysko_400x400\" width=\"250\" height=\"250\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-5513\" class=\"wp-caption-text\">Claire, gestora da NEDA\/EUA. Foto:@clairemysko<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pode-se at\u00e9 pensar que as imagens vistas diariamente por Thomas no Instagram e em outras redes sociais tivessem algo que ver com as chamadas fotos de\u00a0thinspiration\u00a0ou de &#8220;inspira\u00e7\u00e3o magra&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Publicadas pela chamada comunidade &#8220;pr\u00f3-ana&#8221; \u2013 pessoas que promovem a anorexia como estilo de vida \u2013, essas imagens t\u00eam sido alvo de duras cr\u00edticas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas, na verdade, Thomas estava somente vendo fotos comuns do cotidiano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">S\u00e3o imagens postadas por qualquer um, mostrando o melhor lado de suas vidas, o que inclui dietas e corpos perfeitos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fotos que as pessoas consideram inofensivas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<blockquote><p>&nbsp;<\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Aplicativo n\u00e3o causou a doen\u00e7a, mas despertou sentimentos de ansiedade<\/h3>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><\/h3>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Instagram tenta reagir<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Thomas insiste que sua doen\u00e7a n\u00e3o foi causada de forma alguma pelo Instagram, mas que o aplicativo desencadeou sentimentos de ansiedade e exarcebou pensamentos que j\u00e1 estavam presentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Essa opini\u00e3o \u00e9 compartilhada por muitos especialistas, inclusive Mysko, e por outras pessoas que sofrem de dist\u00farbios alimentares.\u00a0O Instagram tem tentado combater isso. O servi\u00e7o baniu\u00a0hashtags\u00a0que promovem o autoflagelo, comoproanorexia,\u00a0thinspiration\u00a0e\u00a0probulimia, e amea\u00e7ou bloquear as pessoas que promovem tais pr\u00e1ticas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas a comunidade &#8220;pr\u00f3-ana&#8221; tentar contornar essa proibi\u00e7\u00e3o criando\u00a0hashtags de\u00a0pron\u00fancia diferente ou mais elaboradas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;As pessoas s\u00e3o capazes de se relacionar rapidamente com aqueles que compartilham um dist\u00farbio alimentar, fomentando mutuamente comportamentos n\u00e3o saud\u00e1veis&#8221;, explica Thomas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ele j\u00e1 se recuperou e afirma compreender a espiral negativa em que havia entrado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ainda h\u00e1 poucos estudos<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como as redes sociais s\u00e3o um fen\u00f4meno relativamente novo, a pesquisa cient\u00edfica se limitou, at\u00e9 agora, ao impacto direto delas sobre os afetados por dist\u00farbios alimentares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1, no entanto, estudos que sugerem um aumento do n\u00famero de casos de dist\u00farbios alimentares, como a anorexia, entre jovens de 19 a 30 anos. Estat\u00edsticas publicadas nos Estados Unidos mostram que o n\u00famero m\u00e9dio de diagn\u00f3sticos subiu 19% entre o per\u00edodo de 1999 a 2000 e de 2005 a 2006.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">E as redes sociais se tornaram ainda mais populares desde o per\u00edodo analisado \u2013 somente entre 2013 e 2014, o n\u00famero de usu\u00e1rios do Instagram aumentou para 53% dos jovens online na faixa et\u00e1ria entre 18 e 29 anos nos EUA. Um ano antes, era de 37%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No total, a comunidade usu\u00e1ria do Instagram nos Estados Unidos soma por volta de 100 milh\u00f5es de pessoas. Com 29 milh\u00f5es de usu\u00e1rios ativos por m\u00eas, o Brasil \u00e9 o segundo maior mercado mundial para o aplicativo de compartilhamento de fotos e v\u00eddeos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O jovem j\u00e1 recuperado dos efeitos do dist\u00farbio alimentar<\/p>\n<figure id=\"attachment_5512\" aria-describedby=\"caption-attachment-5512\" style=\"width: 700px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/018290406_40100.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5512\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-5512 size-full\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/018290406_40100.jpg\" alt=\"0,,18290406_401,00\" width=\"700\" height=\"394\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-5512\" class=\"wp-caption-text\">O jovem j\u00e1 recuperado dos efeitos do dist\u00farbio alimentar.<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Efeito tamb\u00e9m pode ser positivo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A exposi\u00e7\u00e3o proporcionada pelas redes sociais n\u00e3o \u00e9 de todo ruim, no entanto, quando se trata de transtornos alimentares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mysko afirma que h\u00e1 um crescente n\u00famero de relatos de que o Instagram tamb\u00e9m pode ter um efeito positivo sobre os afetados por dist\u00farbios alimentares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Grupos pr\u00f3-recupera\u00e7\u00e3o costumam usar\u00a0hashtags\u00a0que s\u00e3o procuradas por pessoas que chegaram ao fundo do po\u00e7o, postando coment\u00e1rios positivos de apoio sob as fotos. &#8220;\u00c9 como uma interven\u00e7\u00e3o&#8221;, comenta Mysko.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Paola Tubaro, especialista em sites &#8220;pr\u00f3-ana&#8221;, disse acreditar que, nos \u00faltimos tempos, as pessoas est\u00e3o mais inclinadas a adotar atitudes mais moderadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ela afirma ainda que o Instagram pode fornecer um ant\u00eddoto para o isolamento social sofrido por muitos doentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Pequenos grupos de amigos, especialmente online, proporcionam um ambiente acolhedor e sem julgamento, onde pessoas com dist\u00farbios alimentares podem compartilhar suas preocupa\u00e7\u00f5es&#8221;, diz Tubaro, que est\u00e1 se especializando em sociologia econ\u00f4mica na Universidade de Greenwich.<\/p>\n<blockquote>\n<h3 style=\"text-align: justify;\">Cerca de 20 milhoes de mulheres e 10 milh\u00f5es de homens nos EUA sofrem de algum dist\u00farbio alimentar, segundo a Neda<\/h3>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Exemplo para os outros<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">De acordo com a Neda, por volta de 20 milh\u00f5es de mulheres e 10 milh\u00f5es de homens nos Estados Unidos sofrem de um dist\u00farbio alimentar em algum momento de suas vidas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para muitos, a recupera\u00e7\u00e3o pode ser uma batalha e, segundo Tubaro, poucas pessoas consegue isso se continuam usando o Instagram. O uso cont\u00ednuo dessa rede social dificulta o afastamento dos doentes da comunidade online que sofre de transtornos alimentares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aqueles que foram capazes de se recuperar da anorexia contam &#8220;hist\u00f3rias a ser seguidas por outros&#8221;, diz Tubaro. Talvez Thomas seja um deles.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um ano ap\u00f3s passar os dias deitado na cama de seu quarto, ele parece ter conseguido superar a doen\u00e7a. Ele voltou a ter um peso saud\u00e1vel e trabalha como um treinador de bem-estar e terapeuta ocupacional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: <a href=\"http:\/\/www.dw.com\/pt\/como-as-redes-sociais-podem-agravar-dist%C3%BArbios-alimentares\/a-19005837\" target=\"_blank\">DW<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>QUEM COME O QU\u00ca?<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>On\u00edvoro<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/017736198_30300.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5553\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-5553\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/017736198_30300-300x169.jpg\" alt=\"0,,17736198_303,00\" width=\"500\" height=\"281\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Aqui est\u00e3o inclu\u00eddos aqueles que comem de tudo, seja de origem vegetal ou animal. Os n\u00fameros indicam que essa parcela da popula\u00e7\u00e3o est\u00e1 diminuindo, j\u00e1 que o consumo de carne vem caindo nos \u00faltimos anos. E depois do recente alerta da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS) de que a ingest\u00e3o de carne processada pode causar c\u00e2ncer, muitos afirmam que v\u00e3o passar a comer menos do produto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Vegetariano<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/018651146_30300.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5554\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-5554\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/018651146_30300-300x169.jpg\" alt=\"0,,18651146_303,00\" width=\"500\" height=\"281\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00c9 aquele que come apenas alimentos de origem vegetal, embora possa consumir produtos origin\u00e1rios de animais vivos, como latic\u00ednios e ovos. O vegetariano n\u00e3o come nenhum tipo de carne, peixe ou frutos do mar. Mundialmente, seu n\u00famero pode chegar a um bilh\u00e3o de pessoas, dos quais mais de 200 milh\u00f5es s\u00e3o indianos. No Brasil, cerca de 8% da popula\u00e7\u00e3o se define como vegetariana, segundo o Ibope.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ovolactovegetariano<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/06302591_700.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5556\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-5556\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/06302591_700-300x169.jpg\" alt=\"0,,6302591_7,00\" width=\"500\" height=\"281\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">H\u00e1 diferentes categorias de vegetarianos. O ovolactovegetariano, al\u00e9m de frutas, verduras, legumes e cereais, admite em sua dieta tamb\u00e9m leite e ovos. Esse \u00e9 o tipo de vegetarianismo mais comum.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Lactovegetariano<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/018840800_30300.png\" rel=\"attachment wp-att-5557\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-5557\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/018840800_30300-300x169.png\" alt=\"0,,18840800_303,00\" width=\"500\" height=\"281\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m de n\u00e3o consumir nenhum tipo de carne, a alimenta\u00e7\u00e3o dos lactovegetarianos tamb\u00e9m exclui os ovos. Sua dieta consiste de leite e seus subprodutos, como iogurte ou sorvetes, al\u00e9m \u00e9 claro, de vegetais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Ovovegetariano<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/018741427_30300.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5555\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-5555\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/018741427_30300-300x169.jpg\" alt=\"0,,18741427_303,00\" width=\"500\" height=\"281\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os ovovegetarianos, por sua vez, n\u00e3o tomam leite nem consomem nenhum tipo de latic\u00ednio, mas incluem os ovos em sua dieta. Preocupa\u00e7\u00f5es ambientais ou motivos de sa\u00fade, como a intoler\u00e2ncia \u00e0 lactose, podem ser raz\u00f5es para esse tipo de regime vegetariano.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Vegetariano estrito<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/018752817_30300.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5558\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-5558\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/018752817_30300-300x169.jpg\" alt=\"0,,18752817_303,00\" width=\"500\" height=\"281\" \/><\/a><\/p>\n<p>Diferente do vegetariano comum, que n\u00e3o come nada que implique tirar a vida de um animal, mas consome produtos origin\u00e1rios de animais vivos (como leite, ovos e mel), o vegetariano estrito n\u00e3o consome nenhum tipo de carne, latic\u00ednios ou ovos. Essa categoria se confunde, \u00e0s vezes, com o veganismo, que se trata antes de uma postura \u00e9tica.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Vegano<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/06185092_700.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5560\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-5560\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/06185092_700-300x169.jpg\" alt=\"0,,6185092_7,00\" width=\"500\" height=\"281\" \/><\/a><\/p>\n<p>O veganismo n\u00e3o \u00e9 somente de uma forma de alimenta\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m uma atitude \u00e9tica. Al\u00e9m de n\u00e3o se alimentar de absolutamente nenhum produto de origem animal, os veganos tamb\u00e9m n\u00e3o usam sapatos de couro ou roupa de seda ou l\u00e3, por exemplo. N\u00e3o h\u00e1 dados espec\u00edficos sobre o veganismo no Brasil. Na Alemanha, onde a filosofia tem forte ades\u00e3o, estima-se que existam cerca de 900 mil veganos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Pescovegetariano<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/06189974_700.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5561\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-5561\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/06189974_700-300x169.jpg\" alt=\"0,,6189974_7,00\" width=\"500\" height=\"281\" \/><\/a><\/p>\n<p>Os pescovegetarianos s\u00e3o considerados semivegetarianos. Eles n\u00e3o comem carne vermelha nem frango, mas se permitem consumir peixes e frutos do mar. Eles tamb\u00e9m se alimentam de leite, ovos e mel. Outra varia\u00e7\u00e3o do regime semivegetariano inclui ainda aqueles que dispensam apenas a carne vermelha, mas comem frango.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Crud\u00edvoro<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/018123948_30300.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5562\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-5562\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/018123948_30300-300x169.jpg\" alt=\"0,,18123948_303,00\" width=\"500\" height=\"281\" \/><\/a><\/p>\n<p>Basicamente, a alimenta\u00e7\u00e3o daqueles que preferem alimentos crus est\u00e1 aberta a qualquer tipo de dieta, apesar de a maioria dos crud\u00edvoros serem veganos. Nessa dieta, os alimentos n\u00e3o devem ser aquecidos a mais de 40\u00b0C e devem estar crus, preservando assim prote\u00ednas e enzimas. Tamb\u00e9m produtos derivados do aquecimento de alimentos, como geleias, por exemplo, ficam fora da alimenta\u00e7\u00e3o dos crud\u00edvoros.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Frug\u00edvoro<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/018791340_30300.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5563\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-5563\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/018791340_30300-300x169.jpg\" alt=\"0,,18791340_303,00\" width=\"500\" height=\"281\" \/><\/a><\/p>\n<p>Os adeptos dessa dieta v\u00e3o al\u00e9m dos veganos e comem apenas vegetais cuja aquisi\u00e7\u00e3o n\u00e3o danifica as plantas. Isso inclui principalmente frutas ca\u00eddas, nozes e sementes, mas tamb\u00e9m frutos colhidos sem lesar o vegetal, como tomates e ab\u00f3boras ou feij\u00e3o e ervilhas. Os m\u00e9dicos advertem, por\u00e9m, que qualquer tipo de restri\u00e7\u00e3o alimentar pode levar \u00e0 defici\u00eancia nutricional, se feita de maneira inadequada.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Flexitariano<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/015664947_30300.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5565\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-5565\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/015664947_30300-300x169.jpg\" alt=\"0,,15664947_303,00\" width=\"500\" height=\"281\" \/><\/a><\/p>\n<p>Na maior parte do tempo, o flexitariano se confunde com o vegetariano. Mas, em vez da prote\u00e7\u00e3o dos animais, o que importa para ele \u00e9 se alimentar de forma saud\u00e1vel. Desde que seja de origem org\u00e2nica, um peda\u00e7o de carne, peixe ou frango pode fazer parte, de vez em quando, da sua dieta. Mais de 40 milh\u00f5es de alem\u00e3es s\u00e3o adeptos dessa alimenta\u00e7\u00e3o naturalista.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Freegano<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/018475474_30300.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5566\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-5566\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/018475474_30300-300x169.jpg\" alt=\"0,,18475474_303,00\" width=\"500\" height=\"281\" \/><\/a><\/p>\n<p>O freeganismo \u00e9 uma postura pol\u00edtica de vida. Seus adeptos se recusam a comprar qualquer tipo de alimento, comendo aquilo que conseguem de gra\u00e7a ou que encontram no lixo de supermercados e restaurantes. Muitos deles s\u00e3o vegetarianos, mas n\u00e3o t\u00eam obje\u00e7\u00f5es a comer produtos animais jogados fora. Os freeganos querem chamar a aten\u00e7\u00e3o para o desperd\u00edcio, para o sup\u00e9rfluo e para a fome no mundo.<\/p>\n<p class=\"author\">Autoria: Carlos Albuquerque<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Di\u00e1rio Verde repercute reportagem do portal\u00a0 DW\u00a0 sobre os malef\u00edcios que imagens de corpos perfeitos em sites como o Instagram provocam e que podem ser um perigo para quem sofre de anorexia e outros transtornos. Cientes desta grave quest\u00e3o, as pr\u00f3prias redes sociais tentam combater o problema. Eu era bombardeado por imagens com o corpo&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":5506,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[182,200,191,192],"tags":[],"class_list":["post-34672","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-alimentos","category-doencas","category-saude-na-mesa","category-seguranca-alimentar"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34672","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34672"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34672\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5506"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34672"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34672"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34672"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}