{"id":34715,"date":"2016-03-07T10:45:47","date_gmt":"2016-03-07T13:45:47","guid":{"rendered":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/2016\/03\/07\/nem-a-tradicional-cerveja-alema-escapou-do-herbicida-glifosato\/"},"modified":"2016-03-07T10:45:47","modified_gmt":"2016-03-07T13:45:47","slug":"nem-a-tradicional-cerveja-alema-escapou-do-herbicida-glifosato","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/2016\/03\/07\/nem-a-tradicional-cerveja-alema-escapou-do-herbicida-glifosato\/","title":{"rendered":"Nem a tradicional cerveja alem\u00e3 escapou do herbicida glifosato"},"content":{"rendered":"<figure id=\"attachment_5220\" aria-describedby=\"caption-attachment-5220\" style=\"width: 700px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/017357888_30300.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5220\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5220\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/017357888_30300.jpg\" alt=\"L\u00fapulo, malte, fermento e \u00e1gua s\u00e3o os quatro ingredientes permitidos na cerveja alem\u00e3, segundo a famosa Lei de Pureza da Baviera, datada de 23 de abril de 1516. Foto: DW\" width=\"700\" height=\"394\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-5220\" class=\"wp-caption-text\">L\u00fapulo, malte, fermento e \u00e1gua s\u00e3o os quatro ingredientes permitidos na cerveja alem\u00e3, segundo a famosa Lei de Pureza da Baviera, datada de 23 de abril de 1516. Foto: DW<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><span style=\"color: #003300;\"><a style=\"color: #003300;\" href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\" target=\"_blank\">Di\u00e1rio Verde<\/a><\/span> repercute mat\u00e9ria publicada no portal jornal\u00edstico\u00a0<a href=\"http:\/\/www.dw.com\/pt\/about-dw\/reda%C3%A7%C3%A3o-dw-brasil\/s-32444\" target=\"_blank\">DW<\/a>\u00a0sobre a presen\u00e7a do herbicida glifosato, classificado como cancer\u00edgeno pela <a href=\"http:\/\/www.who.int\/foodsafety\/areas_work\/chemical-risks\/jmpr\/en\/\" target=\"_blank\">OMS<\/a>\u00a0, identificado pelo Instituto Ambiental de Munique em 14 marcas de cervejas alem\u00e3s.<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Al\u00e9m dos ingredientes tradicionais como l\u00fapulo, malte, fermento e \u00e1gua, o Instituto Ambiental de Munique anunciou \u00a0no dia 25\/02 que encontrou um quinto: o glifosato, o herbicida mais usado no mundo e amplamente difundido tamb\u00e9m no Brasil, principalmente em lavouras de soja.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo o instituto, testes em amostras de 14 das cervejas mais populares do pa\u00eds constataram, em todos os casos, tra\u00e7os do herbicida. A quantidade varia de 0,46 a 29,74 microgramas por litro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o h\u00e1 um limite legal para a presen\u00e7a de glifosato na popular bebida, mas o instituto afirma que a quantidade m\u00e1xima de herbicidas permitida na \u00e1gua pot\u00e1vel \u00e9 de 0,1 micrograma por litro.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Instituto Federal Alem\u00e3o de Avalia\u00e7\u00e3o de Riscos (BfR), \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel por examinar potenciais amea\u00e7as \u00e0 sa\u00fade p\u00fablica, afirmou que a presen\u00e7a de glifosato na cerveja \u00e9 esperada devido \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o nas lavouras.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Segundo a entidade, os n\u00edveis detectados n\u00e3o representam riscos \u00e0 sa\u00fade humana, segundo o que se sabe at\u00e9 o momento sobre o herbicida.<\/p>\n<figure id=\"attachment_5223\" aria-describedby=\"caption-attachment-5223\" style=\"width: 700px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/019072606_40100.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5223\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-5223\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/019072606_40100.jpg\" alt=\"As cervejas testadas pelo Instituto do Meio Ambiente de Munique. Foto: DW\" width=\"700\" height=\"394\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-5223\" class=\"wp-caption-text\">As cervejas testadas pelo Instituto do Meio Ambiente de Munique. Foto: DW<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: justify;\">Sobre a quantidade detectada pelo instituto de Munique, no caso mais extremo de cerca de 30 microgramas por litro, o BfR declarou que seria necess\u00e1rio consumir mil litros de cerveja por dia para que o produto oferecesse riscos \u00e0 sa\u00fade de um adulto.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Eu ainda n\u00e3o vi ningu\u00e9m na Baviera que beba mil litros. E se algu\u00e9m beber tudo isso, a morte n\u00e3o vai chegar por causa do herbicida, mas por outros motivos que voc\u00ea e eu podemos imaginar&#8221;, afirmou o ministro alem\u00e3o da Alimenta\u00e7\u00e3o, Christian Schmidt, \u00e0 emissora N-TV.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">&#8220;Em termos absolutos, a quantidade \u00e9 pequena&#8221;, afirma a institui\u00e7\u00e3o. &#8220;Mas, para subst\u00e2ncias carcinog\u00eanicas e que afetam os horm\u00f4nios, n\u00e3o h\u00e1 limite inferior de seguran\u00e7a.&#8221;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para os ambientalistas, o glifosato provavelmente chega at\u00e9 a cerveja pelo trigo ou pela cevada, j\u00e1 que nas lavouras convencionais o herbicida \u00e9 amplamente usado. A institui\u00e7\u00e3o pediu \u00e0s cervejarias que realizem testes nos ingredientes que utilizam.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Associa\u00e7\u00e3o dos Agricultores da Alemanha (DBV) afirmou que cerca da metade da cevada consumida no pa\u00eds \u00e9 importada de locais onde as exig\u00eancias para a aplica\u00e7\u00e3o de glifosato s\u00e3o menos r\u00edgidas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Na Alemanha, o produto n\u00e3o \u00e9 aprovado para o uso antes da colheita. No caso do l\u00fapulo, o herbicida n\u00e3o \u00e9 utilizado, afirmou o DBV.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Associa\u00e7\u00e3o Alem\u00e3 dos Fabricantes de Cerveja rebateu as cr\u00edticas do instituto ao controle de qualidade das mat\u00e9rias-primas, afirmando que elas s\u00e3o &#8220;absurdas e totalmente infundadas&#8221;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O glifosato \u00e9 o herbicida mais utilizado em todo o mundo. Na Alemanha, ele \u00e9 aplicado em cerca de 40% das terras usadas na agricultura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cr\u00edticos afirmam que ele \u00e9 cancer\u00edgeno, mas a empresa americana Monsanto, fabricante do produto, afirma que nenhum teste comprovou a periculosidade do herbicida.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>A lista das cervejas avaliadas:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Krombacher Pils (2,99 microgramas (\u03bcg) por litro)<\/strong><br \/>\n<strong> Oettinger Pils (3,86 \u03bcg\/l)<\/strong><br \/>\n<strong> Bitburger Pils (0,55 \u03bcg\/l)<\/strong><br \/>\n<strong> Veltins Pilsener (5,78 \u03bcg\/l)<\/strong><br \/>\n<strong> Beck&#8217;s Pils (0,50 \u03bcg\/l)<\/strong><br \/>\n<strong> Paulaner Weissbier (0,66 \u03bcg\/l)<\/strong><br \/>\n<strong> Warsteiner Pils (20,73 \u03bcg\/l)<\/strong><br \/>\n<strong> Hasser\u00f6der Pils (29,74 \u03bcg\/l)<\/strong><br \/>\n<strong> Radeberger Pilsner (12,01 \u03bcg\/l)<\/strong><br \/>\n<strong> Erdinger Weissbier (2,92 \u03bcg\/l)<\/strong><br \/>\n<strong> Augustiner Helles (0,46 \u03bcg\/l)<\/strong><br \/>\n<strong> Franziskaner Weissbier (0,49 \u03bcg\/l)<\/strong><br \/>\n<strong> K\u00f6nig Pilsener (3,35 \u03bcg\/l)<\/strong><br \/>\n<strong> Jever Pils (23,04 \u03bcg\/l)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>RC\/afp\/dpa\/ots<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Fonte: <a href=\"http:\/\/www.dw.com\/pt\/instituto-detecta-glifosato-na-cerveja-alem%C3%A3\/a-19074402\" target=\"_blank\">DW<\/a><\/p>\n<h3 style=\"text-align: justify;\"><strong>DEZ FATOS SOBRE A CERVEJA NA ALEMANHA<\/strong><\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Lei de pureza \u00e9 coisa do passado<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/016622545_30300.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5230\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-5230\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/016622545_30300.jpg\" alt=\"Foto: DW\" width=\"500\" height=\"281\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A Alemanha \u00e9 pelo menos t\u00e3o famosa por sua obsess\u00e3o pelas regras quanto por sua cerveja. O antigo Preceito de Pureza, decretado h\u00e1 quase 500 anos, estipula que a bebida deve conter apenas \u00e1gua, l\u00fapulo, malte e levedura.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas, ao contr\u00e1rio do que muitos creem, ele j\u00e1 n\u00e3o vigora mais, tendo sido anulado pela Uni\u00e3o Europeia em 1987. Apesar disso, muitos cervejeiros ainda seguem a receita tradicional.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Artesanais em alta<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/017357954_30300.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5232\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-5232\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/017357954_30300.jpg\" alt=\"0,,17357954_303,00\" width=\"450\" height=\"253\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar de o Preceito de Pureza (Reinheisgebot) ter ca\u00eddo h\u00e1 quase tr\u00eas d\u00e9cadas, nos \u00faltimos anos as cervejas artesanais decolaram. Seu mercado cresceu sobretudo em Berlim, onde parte dos novos cervejeiros s\u00e3o de fora do pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O site Mixology.eu, especializado em bares, publicou em 2014 a lista das suas marcas favoritas: Schoppe Br\u00e4u, Heidenpeters, Ale Mania, BrauKunstKeller e Crew Republic.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Campe\u00f5es de consumo s\u00e3o outros<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/017513600_30300.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5233\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-5233\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/017513600_30300.jpg\" alt=\"0,,17513600_303,00\" width=\"450\" height=\"253\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embora a Alemanha produza um ter\u00e7o das 15 mil variedades de cerveja do mundo e ostente 1.500 cervejarias, os alem\u00e3es n\u00e3o levam a medalha de ouro em termos de consumo. No pa\u00eds, cada um &#8220;s\u00f3&#8221; bebe uns 110 litros (de 300 a 320 cervejas) por ano.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A campe\u00e3 mundial de consumo, com 140 a 150 litros per capita, \u00e9 a Rep\u00fablica Tcheca \u2013 afinal, pa\u00eds da pilsen.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Preste aten\u00e7\u00e3o onde voc\u00ea est\u00e1<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/017513369_30300.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5234\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-5234\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/017513369_30300.jpg\" alt=\"0,,17513369_303,00\" width=\"450\" height=\"253\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Pode-se pedir cerveja em qualquer bar na Alemanha \u2013 mas n\u00e3o qualquer cerveja. Muitos s\u00f3 oferecem a variedade local mais uma pilsen. Se voc\u00ea pedir &#8220;Ein Bier, bitte&#8221;, o gar\u00e7om n\u00e3o vai perguntar qual tipo, mas sim trazer uma caneca ou copo da cerveja local.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em Munique, ser\u00e1 uma hefeweizen ou &#8220;helles&#8221;; em Col\u00f4nia, uma k\u00f6lsch, em Hamburgo, uma Astra, e assim por diante.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>O copo certo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/017651347_30300.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5235\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-5235\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/017651347_30300.jpg\" alt=\"0,,17651347_303,00\" width=\"450\" height=\"253\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">N\u00e3o \u00e9 apenas importante pedir a cerveja certa em cada cidade: cada variedade de cerveja tem seu tipo apropriado de recipiente. A k\u00f6lsch, por exemplo, vem num copo de vidro fino de 200 ml.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A hefeweizen se bebe ou numa tulipa de meio-litro, abaulada no alto, ou na caneca tradicional. O copo da pilsen mais parece uma ta\u00e7a de vinho com uma barriguinha de cerveja.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Cerveja n\u00e3o \u00e9 igual a cerveja<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/018464854_30300.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5236\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-5236\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/018464854_30300.jpg\" alt=\"0,,18464854_303,00\" width=\"450\" height=\"253\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A maioria das cervejas da Alemanha circula pelos 5% de \u00e1lcool. Mas cuidado na Baviera: l\u00e1, o teor alco\u00f3lico de algumas chega a at\u00e9 6%.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Considerando-se que a cerveja b\u00e1vara \u00e9 servida em canecas de um litro, em vez dos mais usuais 300 ml, o efeito \u00e9 ainda maior. E um caf\u00e9 da manh\u00e3 b\u00e1varo tradicional n\u00e3o dispensa cerveja.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Cerveja&#8230; e o que quer que seja<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/015808953_30300.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5237\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-5237\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/015808953_30300.jpg\" alt=\"0,,15808953_303,00\" width=\"450\" height=\"253\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Num pa\u00eds que colocou sob decreto os ingredientes da cerveja, pode-se pensar que todos s\u00e3o puristas. Por\u00e9m mesmo o alem\u00e3o mais beberr\u00e3o de vez em quando mistura a sua cerveja com coisas inimagin\u00e1veis em outros lugares.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cada combina\u00e7\u00e3o tem seu nome especial: o &#8220;radler&#8221; \u00e9 com soda limonada ou Sprite; h\u00e1 in\u00fameros apelidos para a cerveja com coca-cola. E uma &#8220;russe&#8221; \u00e9 metade hefeweizen, metade Sprite.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Nem todas s\u00e3o loiras<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/017513598_30300-1.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5242\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-5242\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/017513598_30300-1.jpg\" alt=\"0,,17513598_303,00\" width=\"450\" height=\"253\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Adicionar xaropes de diferentes sabores \u00e0 cerveja \u00e9 um costume bastante comum na vizinha Pol\u00f4nia, mas praticamente desconhecido na Alemanha \u2013 exceto na multicolorida Berlim. L\u00e1 se pode pedir uma &#8220;berliner weisse&#8221;: cerveja clara misturada com xarope sabor framboesa ou &#8220;waldmeister&#8221;(asp\u00e9rula).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A bebida, servida numa ta\u00e7a atarracada, ser\u00e1 vermelha ou verde, de acordo com o caso.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u00a0<strong>Sem saco de papel<\/strong><\/p>\n<h2 style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/016702069_30300-1.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5243\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-5243\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/016702069_30300-1.jpg\" alt=\"0,,16702069_303,00 (1)\" width=\"450\" height=\"253\" \/><\/a><\/h2>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim como no Brasil, \u00e9 comum ver na Alemanha gente bebendo nos trens, grupos de jovens indo para a festa de garrafa na m\u00e3o, at\u00e9 mesmo idosos festejando o feriado com uma gole.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Isso geralmente choca quem vem dos Estados Unidos, por exemplo, onde consumir bebidas alco\u00f3licas em p\u00fablico \u00e9 ilegal, e os amigos do copo t\u00eam que esconder a sua bebida numa sacola de papel pardo&#8230;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>N\u00e3o jogue a garrafa fora<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/016067542_30300.jpg\" rel=\"attachment wp-att-5239\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-5239\" src=\"https:\/\/diarioverde.com.br\/wp-content\/uploads\/2016\/03\/016067542_30300.jpg\" alt=\"0,,16067542_303,00\" width=\"450\" height=\"253\" \/><\/a><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Tamb\u00e9m famosos por sua consci\u00eancia ecol\u00f3gica, os alem\u00e3es s\u00e3o \u00e1vidos recicladores. Em geral se paga um dep\u00f3sito por todo casco, como incentivo para que ele seja devolvido, em vez de jogado fora.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Como cada garrafa pl\u00e1stica vale 0,25 euro e as de vidro, 0,08 euro, \u00e9 preciso beber muita cerveja para fazer a viagem de volta at\u00e9 o supermercado valer a pena. Portanto, &#8220;prost&#8221;!<\/p>\n<p class=\"author\" style=\"text-align: justify;\">Autoria: Kate M\u00fcser (MP)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Di\u00e1rio Verde repercute mat\u00e9ria publicada no portal jornal\u00edstico\u00a0DW\u00a0sobre a presen\u00e7a do herbicida glifosato, classificado como cancer\u00edgeno pela OMS\u00a0, identificado pelo Instituto Ambiental de Munique em 14 marcas de cervejas alem\u00e3s. Al\u00e9m dos ingredientes tradicionais como l\u00fapulo, malte, fermento e \u00e1gua, o Instituto Ambiental de Munique anunciou \u00a0no dia 25\/02 que encontrou um quinto: o&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":5220,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[199,205,183,196],"tags":[],"class_list":["post-34715","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-pesquisa","category-pesquisa-cientifica","category-veneno","category-voce-sabia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34715","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=34715"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/34715\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/media\/5220"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=34715"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=34715"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/cliente.rezeta.com.br\/diario2\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=34715"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}