Nas sombras da noite, um terror se agiganta, Seres de além, com olhos que brilham e assustam. Da vastidão cósmica, um segredo profundo, Aliens sedentos, por um elo mundano.
Com garras afiadas e pele escamosa, Invadem a Terra, com uma missão tenebrosa. Buscam em humanos, a chave da vida, Para perpetuar sua raça, em meio à ferida.
Raptam os corpos, em noites sem luar, Em mesas frias, experimentos a realizar. Fundem o DNA, em um ritual macabro, Criando híbridos, num berço de labro.
Seres deformados, com olhos vazios e frios, Fruto da união, de mundos tão distintos. Clamando por liberdade, em meio à dor, Amaldiçoando a noite, e o seu criador.
A Terra se torna, um palco de horror, Onde o grito humano, se perde em clamor. A ameaça alienígena, paira no ar, E a humanidade treme, em desespero singular.
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